Um modelo existente no Brasil desde 2010, a economia compartilhada para imóveis de férias, também conhecida como multipropriedade, teve sua legislação modernizada em 2018, o que trouxe mais segurança para o mercado. Isso se refletiu positivamente para o setor, que registrou um aumento de 15% em 2019 em comparação com os resultados de 2018.

Segundo o Cenário do Desenvolvimento de Multipropriedades 2019, em 45 cidades, espalhadas por 16 estados brasileiros, há hoje 92 empreendimentos de propriedade compartilhada, sendo apenas 46 deles em funcionamento.

A região Nordeste é a que possui mais unidades, com 25 empreendimentos, seguida pelo Centro-Oeste, com 23, Sudeste, com 21, Sul, com 18 e o Norte, com cinco empreendimentos. Pensando em cidades, Caldas Novas (GO) possui 19 unidades, atrás dela vem Gramado (RS), com sete e Natal (RN), com seis empreendimentos.

Isso representa, segundo o Cenário do Desenvolvimento de Multipropriedades 2019, R$ 22,3 milhões de Valor Geral de Vendas (VGV) projetado, levando-se ao possível cenário, até 2023, de cerca de 16,5 mil unidades em operação. O perfil do público da multipropriedade no Brasil é composto de 36,4% de pessoas na faixa dos 36 aos 40 anos, sendo 72,7% deles casados com filhos. O preço médio de cada fração foi de R$ 51 mil em 2019.

Fonte: Mercado & Eventos – Portal Brasileiro do Turismo

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